Atividade Física e todos os seus conceitos, organismo humano, reações em exercícios, fisiologia do exercício.
quinta-feira, 24 de novembro de 2011
terça-feira, 25 de outubro de 2011
Café da manhã saudável
Café da manhã saudável -www.ANutricionista.Com |
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Rejeitar o café da manhã é um grande erro que nem todos se dão conta. Acontece o seguinte: quando estamos dormindo, o corpo entra em estado de relaxamento total, então tudo funciona mais devagar e o metabolismo cai também. Se o indivíduo acorda e continua sem comer, o metabolismo não terá recebido nenhum estímulo para começar a funcionar normalmente, então, quanto mais tempo a pessoa demorar para fazer a 1ª refeição do dia, mais tempo o metabolismo irá demorar para “entrar nos eixos”. Cada vez que nos alimentamos, a temperatura do corpo sobe e o gasto calórico aumenta, afinal, precisamos de energia para digerir e metabolizar os nutrientes, então, se logo que acordarmos oferecermos uma refeição saudável, o metabolismo começa a funcionar cedo à todo o vapor. Além de ajudar na queima de gordura e redução de apetite ao longo do dia (principalmente apetite por guloseimas e carboidratos refinados), tomar café da manhã todos os dias, melhora o funcionamento cerebral, ou seja, você se mantém mais concentrado e focado no trabalho, nos estudos, treinos, etc. Mas qual a composição ideal de um bom café da manhã? O que comer e o que evitar? E se o indivíduo não sente a menor fome? Observe algumas dicas: 1- SEM FOME: Se você é daqueles que acorda totalmente sem fome, faça um esforço de pelo menos beber algo: pode ser um iogurte light, um suco de frutas com linhaça ou um shake de whey protein/hipercalórico por exemplo. Pessoas que não sentem muito apetite aceitam melhor as bebidas. Outra dica: diminua a refeição antes de dormir, talvez você esteja comendo coisas muito pesadas que estão te fazendo acordar sem fome; 2- MUITA FOME: Se você é ao contrário, acorda com muita fome, mas tem medo de comer por engordar, precisa fazer uma refeição bem equilibrada, evitando açúcares e gorduras do tipo: bolo, pães recheados, bolachas, doces, leite integral, cereais com açúcar, salgados, etc. Equilibre suas refeições com fontes de carboidratos saudáveis (nesse momento você pode misturar baixo com alto índice glicêmico), proteínas magras, gorduras boas, vitaminas e minerais. 3- PRÉ-TREINO: Se o seu café da manhã é a refeição pré-treino, aí entra muito o individual: sua digestão é mais lenta ou mais rápida? Quanto tempo antes de treinar você come? Que esporte você pratica? Antes de montar sua refeição analise esses pontos. De qualquer forma, o café da manhã antes do treino deverá ser uma refeição mais leve, rica em carboidratos, moderada em proteínas e pobre em gorduras. Após o treino, daí você poderá fazer um café da manhã completo. Boa sorte! |
domingo, 11 de setembro de 2011
Jejum na dieta pode causar diabetes
Jejum na dieta pode causar diabetes
quarta-feira, 31 de agosto de 2011
Corrida e ciclo menstrual
A prática regular de uma atividade física como a corrida proporciona à atleta inúmeros benefícios. Existem alguns estudos que relatam que o exercício físico minimiza alguns desconfortos e também o estresse causado pela tensão pré-menstrual. “Em alguns casos, a prática da corrida melhora esses sintomas devido ao aumento da serotonina, um neurotransmissor que diminui a dor”, explica a Maita Poli de Araújo, médica coordenadora do Setor de Ginecologia do Esporte da Escola Paulista de Medicina da Universidade Federal de São Paulo.
Fonte:http://o2porminuto.uol.com.br
Dicas de alimentação para a saúde da mulher
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www.ANutricionista.Com
Posted:
29 Aug 2011 12:37 PM PDT
A nutrição pode ajudar muito na qualidade de vida da mulher, tanto na
juventude quanto no envelhecimento, principalmente na jornada contemporânea de
trabalhar fora, cuidar da família e da casa. Mesmo que a mulher se alimente bem,
algumas alterações no cardápio podem fazer maravilhas para a qualidade de vida,
longevidade e beleza.
A mulher passa por 3 fases muito importantes na
vida, que acometem alterações hormonais e maior demanda de nutrientes.
1. Durante a idade fértil (que vai dos 10 aos 45
anos, aproximadamente), a mulher convive com a TPM (tensão pré-menstrual);
2. nesse mesmo período passa pela gestação; e
3. são os sintomas do climatério (fase que
antecede a menopausa) e a menopausa (última menstruação) com o possível
surgimento de doenças pós-menopausa.
Dos 20 aos 50 anos, a mulher deve aumentar o
consumo de ferro, por apresentar maior perda de sangue através da
menstruação.
Após os 30 anos, o aumento vai também para o
magnésio, que é encontrado nos cereais integrais, vegetais folhosos escuros e
castanhas.
Quanto à TPM, alterações de humor ocorrem porque
na segunda metade do ciclo menstrual há queda do estrogênio e aumento da
progesterona, que levam à queda da serotonina – o hormônio da auto estima. Nessa
fase, deve-se dar ênfase a nutrientes como a vitamina B6 (presente em cereais
integrais banana, castanhas, leguminosas como feijão, lentilha e grão de bico);
o magnésio (encontrado nos cereais integrais, vegetais folhosos escuros e
castanhas); o ácido fólico, que é parte, principalmente, dos vegetais folhosos
escuros, que ajudam o triptofano do nosso organismo a ser convertido em
serotonina, deixando a mulher muito mais bem disposta e alegre, mas devem ser
crus (exemplos: rúcula, catalônia, acelga, almeirão, alface etc.). Além disso, é
importantes consumir o açaí, banana, damasco, cereal integral e arroz
integral.
Para uma gestação saudável deve-se controlar o
ganho de peso, evitar produtos industrializados (portadores de muito sódio e
substâncias químicas), reduzir e controlar o consumo de sal, tomar bastante água
(em média 3 litros por dia), consumir diariamente frutas, legumes e verduras,
principalmente os folhosos escuros e muita fibra, como aveia, arroz integral, e
demais cereais integrais. Também é muito importante o consumo de peixe 3 vezes
na semana. Isso tudo evita desequilíbrios como hipotireoidismo, hipertensão
arterial, depressão pós-parto, obesidade e diabetes gestacional.
No climatério e menopausa, o impacto dos
nutrientes é para modular os fogachos e controlar o processo relacionado à
alteração de humor. Uma alimentação adequada previne o surgimento de doenças
pós-menopausa, como: mal de Alzheimer e osteoporose (redução de todos os
minerais e vitaminas, além de vários compostos bioativos). Uma dica muito
importante é o consumo diário de inhame. Um estudo concluiu que uma substância
presente nesse alimento possui efeitos positivos na saúde da mulher na fase
pós-menopausa, principalmente nas gorduras do sangue, taxas hormonais e
no controle de radicais livres. Esses benefícios contribuem para reduzir o risco
de desenvolvimento de osteoporose, mal de Alzheimer, doenças cardiovasculares e
câncer de mama.
Nessa fase após os 50 anos, é exigido aumento no
consumo de cálcio e vitamina D (que tem como alimentos fonte o leite e
derivados, tofu – queijo de soja –, peixes, espinafre e demais folhas verde
escuras), da vitamina B6 (encontrada nos cereais fortificados, carnes em geral,
produtos de soja fortificados), e água (em torno de 2 litros ao dia, pois o
consumo de alimentos ricos em água contribuem apenas com 20 a 21% da ingestão
total).
Além disso, deve-se ainda reduzir o consumo de
sódio, pois ele contribui para os elevados índices de hipertensão, aumento do
risco de doenças cardiovasculares e derrame. Os alimentos ricos em sódio são:
alimentos industrializados com cloreto, benzoato, glutamato e fosfato de sódio
etc.; alimentos salgados; sal usado no preparo de alimentos e de adição (40% é
sódio).
Outro sintoma que a mulher pode apresentar em
algum momento da vida é a candidíase, que também pode ser tratada através da
alimentação. Tudo o que contém ou facilita o crescimento de fungos devem ser
excluídos da dieta, como leite e seus derivados, açúcar, bebidas alcoólicas,
amendoins, pães e frutas secas. Já os grãos, arroz, trigo e vegetais podem e
devem ser mantidos ou inclusos.
É importante que a atividade física seja aliada
da alimentação saudável, para a estética e manutenção da saúde. Há dados de que,
a partir dos 45 anos, se o consumo de alimentos não for reduzido ou se não for
iniciada uma atividade física regular, há um aumento de 1 quilo por ano.
Portanto, procure um(a) nutricionista para adequar sua
alimentação de acordo com suas necessidades e fase na qual você se encontra.
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terça-feira, 23 de agosto de 2011
Índice Glicêmico e esportes - Nutricionista
Índice Glicêmico e Esportes
por Nutricionista Giovana Guido - CRN3 21630
O índice glicêmico de um alimento se refere à velocidade com a qual o carboidrato presente no mesmo irá aumentar os níveis de glicose no sangue. Os carboidratos de alto índice glicêmico (rápida digestão e absorção) atravessam o sistema digestório e chegam rapidamente ao sangue. Essa situação eleva os níveis de glicose, aumentando a secreção de insulina. Já os carboidratos de baixo índice glicêmico (lenta digestão e absorção) passam lentamente pelo sistema digestório e chegam aos poucos na corrente sanguínea, mantendo baixos os níveis de insulina.
Quando utilizados corretamente, os diferentes tipos de carboidrato (nas horas certas) poderão trazer muitos benefícios para a prática esportiva, exemplo: mais energia para o treino, maior estoque de glicogênio muscular e no fígado, glicose estabilizada durante a prática da atividade, retardamento da fadiga, melhor recuperação muscular e menos acúmulo de gordura localizada.
Aprenda a utilizar:
1- Pré-treino: Na maioria das refeições devemos consumir carboidratos de baixo índice glicêmico, para controlarmos o aumento da insulina a todo o momento e aumentar a queima de gordura. Antes do exercício é crucial que você consuma esse tipo de carboidrato, para garantir que você fique bem disposto na próxima 1 hora-1h30 após o início do treino. Consuma de 20-40g de carboidratos de baixo índice glicêmico 1 hora antes do exercício juntamente com 10-20g de proteínas.
SUGESTÕES: Alimentos integrais, cereais, batata doce, maçã, pêra, iogurtelight, barrinha de proteínas, arroz com feijão e carne, etc.
2- Durante o treino: Só será necessário que você consuma carboidratos durante o exercício caso ele dure mais do que 1h30-2h00 e seja de alta intensidade. Durante, você deverá consumir carboidratos de médio-alto índice glicêmico, como por exemplo, a maltodextrina ou até mesmo uma mistura de maltodextrina com dextrose (essa mistura tem mostrado mais eficácia no fornecimento de energia).
3- Pós-treino: Aqui os carboidratos de alto índice glicêmico são imprescindíveis. Se você deixar de fazer uma refeição após o treino, fará com que seu corpo utilize as proteínas musculares como fonte de energia, anulando todo o seu esforço. Ingerir 40g-100g de carboidratos de absorção rápida irá aumentar a secreção de insulina o que recupera seus estoques de glicogênio e carrega aminoácidos aos músculos. Além dos carboidratos, coloque de 20-25g de proteínas para atuar no desenvolvimento muscular.
SUGESTÕES: Pão branco, banana, bolo, suco de laranja, melancia, mel, granola, arroz, macarrão, batata, milho, frutas secas, etc.
DICA: Os potencializadores de insulina são excelentes no pós-treino, pois facilitam a entrada de nutrientes nos músculos, melhorando sua recuperação e desenvolvimento. Você deve ter essa atenção independente do seu objetivo (aumentar massa muscular ou emagrecer). A dica é sempre então consumir carboidratos de alto índice glicêmico com proteínas (nunca um deles sozinho) e utilizar suplementos como: creatina, gymnema silvestre, sulfato de vanádio, ALA, bebidas esportivas e antioxidantes. Assim, além de cuidar da sua saúde e recuperação, você atingirá seu objetivo de forma mais rápida.
Importante: sempre se alimente de 3-3 horas, assim você mantém o bom funcionamento do metabolismo, melhora a queima e gordura e evita vários picos de insulina durante o dia todo. Resultado – menos acúmulo de gordura corporal, mais alimentos aos músculos e um corpo mais definido!
Fonte: ANutricionista.Com - Giovana Guido - CRN3 21630 - Nutricionista em Campo Limpo Paulista.
BIESEK, Simone; GUERRA, Isabela, ALVES, Letícia Azen. Estratégias de nutrição e suplementação no esporte. Editora Manole, 2005
segunda-feira, 22 de agosto de 2011
InCor testa novo tratamento para diminuir a pressão arterial
InCor testa novo tratamento para diminuir a pressão arterial
Tomam três remédios por dia e não ficam abaixo de 14 por 9″, diz Bortolotto.
terça-feira, 16 de agosto de 2011
Os Polifenóis na Nutrição
Os Polifenóis na Nutrição
- Hespiridina: presente na laranja e no limão; atua na redução do colesterol plasmático e na fragilidade capilar.
- Quercitina: presente nas cebolas; atua como antiinflamatório e aumenta a biogênese mitocondrial.
- Catequinas e epicatequinas: presentes no chá verde e branco; atua como antiinflamatório, reduz a gordura abdominal, diminui o apetite, diminui a concentração de triglicerídeos plasmáticos, aumenta o gasto energético, aumenta a fotoproteção da pele, previne o câncer de próstata e de boca.
- Resveratrol: presente no suco de uva integral, amora, chocolate amargo, castanhas e sementes oleaginosas; aumenta a fotoproteção da pele, aumenta o gasto energético, reduz a concentração de LDL-c.
- Curcumina: presente no açafrão e no curry (tempero indiano); atua na proteção vascular e cardíaca, é antiinflamatório.
- Isoflavonas: presente na soja; atua modulando a tensão pré-menstrual e o metabolismo ósseo.
Flamer AJ et al. Dark chocolate improves coronary vasomotion and reduces platelet reactivity. Circulation, 2007; 116: p. 2376-2382.
Rosa COB. Avaliação do efeito de compostos naturais – curcumina e hespiridina na hiperlipidemia induzida em coelhos. Tese de Doutorado. Universidade Federal de Viçosa. 2009.
Söhle J et al. White Tea extract induces lipolytic activity and inhibits adipogenesis in human subcutaneous (pre)-adipocytes. Nutrition & Metabolism 2009, 6:20.
Vinson JA et al. Chocolate is a powerful ex vivo and in vivo antioxidant, an antiatherosclerotic agent in an animal model, and a significant contributor to antioxidants in the European and American diets. Agric Food Chem. 54 (21), 2006.
Westerterp-Plantenga MS et al. Body Weight Loss and Weight Maintenance in Relation to Habitual Caffeine Intake and green Tea Supplementation. Obesity Research, 13 (7). 2005. p.1195 – 1203.